Terapia Ocupacional para quem?

Terapia Ocupacional para quem?

Em nosso post anterior falamos sobre o que é Terapia Ocupacional e como toda a intervenção. Clique aqui para saber mais. 

Desde o seu surgimento, lá em 1917, a profissão de Terapeuta Ocupacional expandiu muito suas áreas de atuação.

Pensando nos ciclos de vida – infância, adolescência, juventude, maturidade e velhice – e considerando que o terapeuta ocupacional tem como foco de intervenção a ocupação humana ou desempenho ocupacional, o profissional poderá atender pessoas de todas as idades e em diversas áreas diferentes. 

Em resumo, podemos citar alguns exemplos dessas áreas e os públicos que podem ser atendidos:

  • Infância e Adolescência: bebês prematuros, crianças com transtornos do desenvolvimento, deficiências e dificuldades de aprendizagem; síndromes. 
  • Neurologia: pessoas que tiveram AVE – Acidente Vascular Encefálico, TCE – Trauma Crânio Encefálico, Esclerose Múltipla, Lesão Medular; Doença de Parkinson e Doença de Alzheimer. 
  • Ortopedia: pessoas com artrite, artrose e lesões de mão.
  • Contextos Hospitalares: pessoas hospitalizadas em enfermarias ou UTIs.
  • Saúde Mental: pessoas com transtornos mentais ou com uso problemático de álcool e outras drogas.
  • Saúde do Trabalhador/Ergonomia: trabalhadores em seus ambientes de trabalho ou em programas de Reabilitação Profissional;
  • Gerontologia: idosos em geral;
  • Contextos Sociais: pessoas em situação de vulnerabilidade social tais como população em situação de rua, migrantes, adolescentes em programas de Prestação de Serviços à Comunidade ou Liberdade Assistida e pessoas em situação de violência.
  • Tecnologia Assistiva: pessoas que precisam de adaptações de objetos para atividades de vida diária, prescrição de cadeira de rodas ou outros dispositivos de locomoção; recursos de acessibilidade para uso de computador; confecção de órteses, etc.). 

LOCAL DE ATUAÇÃO


Quanto aos locais de trabalho, os terapeutas ocupacionais podem trabalhar em: Hospitais, Clínicas especializadas, Ambulatórios; Escolas; Empresas; Sistemas prisionais; Centros de Saúde; Centros de Convivência; ONGs e Casas de repouso.

Portanto, a profissão pode realizar ações tanto de prevenção/promoção à saúde como de tratamento/reabilitação em serviços públicos ou privados, nos campos da saúde, social e da educação. Para quem quiser conhecer mais sobre a origem da profissão vale a pena assistir ao filme brasileiro “Nise – O coração da loucura”. Ele aborda a Terapia Ocupacional pelo viés da Saúde Mental, mas retrata muito da essência da profissão que nada tem a ver com ocupar por ocupar, fazer atividades sem sentido. Como disse Gary Kielhofner e Janice P. Burke:

“A ocupação humana surge de uma tendência espontânea e inata do sistema humano: a urgência por explorar e dominar o entorno”.

Sem Comentários

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.